Esse blog é isso. Um exercício de Libertação.
sábado, 1 de dezembro de 2012
A árvore de Natal na Alemanha
Neve
Pois é... vá saber se o mundo não é uma grande bola natalina e nós a mini cidadezinha colírio para os olhos de algum gigante.
domingo, 28 de outubro de 2012
Uma semana depois... a mesma árvore!
sábado, 27 de outubro de 2012
O vazio da parede vazia
Detalhe: depois de tudo pronto e publicado, percebo na foto uma palavra em vermelho que salta de uma das plaquinhas. Que bonito!
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Outono e Pablo Neruda
E viva a cortesia que a idéia do "último" traz para os meus olhos!
Como sabem as estações do ano que devem trocar de camisa?
Por que são tão lentas no inverno e tão agitadas depois?
E como as raízes sabem que devem alçar-se até a luz e saudar o ar com tantas flores e cores?
É sempre a mesma primavera que repete seu papel?
E o outono?... ele chega legalmente ou é uma estação clandestina?
domingo, 7 de outubro de 2012
domingo, 2 de setembro de 2012
Hoje eu só queria ir pra casa...
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Insuportável
Não pode existir.
E ponto.
domingo, 19 de agosto de 2012
Um pouco de Índia
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Meu primeiro papel
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Uma frase
sábado, 5 de maio de 2012
Uma imagem de verão alemão
terça-feira, 1 de maio de 2012
Maluquices desse mundão
quarta-feira, 25 de abril de 2012
O apetite por novas experiências
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Bloody Mary e Pina Colada! HUmmm que delícia :) |
Alegrinha experimentando mais uma da lista! |
Outra foi uma oficina de Street Art, mais precisamente de Stêncil, que nós fizemos em Berlim.
Fase 3 e última: Quando se pinta a figura!
Obs: O mesmo stêncil (figura) pode ser usado várias vezes. Os fundos podem ser pintados das formas mais malucas possíveis com obejtos furadinhos, tecidos, telas, arames, etc...
Notei que nós iniciantes pecamos por excesso, o que é perfeitamente compreensível: apesar do fundo já estar bonito, vc sempre quer fazer mais um pouquinho e mais um pouquinho, até que sai uma cagada e tem que arrumar tudo!
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| Tato e sua super corujinha! |
Moral da história: O verbo ter não tá com nada. O negócio é descobrir ou redescobrir o mundo. Descobertas de um novo mundo! Há... Olha o merchã!
sábado, 31 de março de 2012
Registrando
Estou escrevendo sem saber direito do quê, mas com plena consciência do porquê.
Hoje tenho meu sábado deliciosamente livre até as 18:00 e uma sensação inquietante não me deixa desfrutar o “Dolce Far Niente” (ainda tenho muito que aprender com os italianos). É que eu tenho que me espremer, mesmo sem inspiração, para registrar tudo dessa minha vida européia que está chegando ao fim. As areinhas escorrem aceleradas na ampulheta do meu tempo e eu me pego desesperada a catar minhas lembranças, antes que elas se percam no deserto vazio do esquecimento. Eu tenho que guardar o máximo possível delas.
Amanhã será Abril! Já venci meu último inverno alemão! Nem sei como explicar o alívio que essa sensação me traz. Parece que só agora caiu minha ficha. Na verdade, só depois que falei com minha avó no telefone e ela deu um grito de alegria quando contei isso pra ela. Acho que eu estava esperando para ter certeza de que realmente não iria esfriar mais e assim poder ficar feliz de verdade. E acho que já posso afirmar com tranqüilidade, pois as plantinhas já escancaram essa verdade que alivia meu coração: O último inverno cinza desses meus 4 anos alemães ficou para trás! É fato que quando formos embora em Dezembro já estará um pouco friozinho por aqui, mas esse friozinho é todo outro. Ele tem um clima romântico de Natal europeu que tanto me fascina.
Hoje acaba março. Nossa diferença de horários passou pra 5 horas. Os dias já escurecem as 19:30 e isso me dá uma energia incalculável. Definitivamente sou uma pessoa de calor!
Hoje, coincidentemente, acabei de ler meu livro do Dostoievski (que tem me acompanhado há pelo menos 2 meses) e assisti os últimos episódios da série da ovelha. Deve ser por isso que estou me sentindo meio viúva nesse momento. Viúva, porém feliz!
Abril chega de cara nova!!! Com o calor de Nápoles (viajaremos na próxima sexta de páscoa) e a beleza das flores.
Ai que delícia que foi virar mais uma folinha do meu super calendário de Pin-up Girls.
E para não perder o motivo que me levou a escrever, segue uma fotinha registro do nosso primeiro Churrasco do ano (adoro essa solenidade que o número 1 dá para as coisas simples). Em plena quarta-feira tive a BENÇA de sair as 15:30 do trabalho num dia ensolarado e quente (17 Graus). Encontrei o Tato e fomos churrasquear no rio. É verdade que ele não estava na sua melhor Shape: sujinho, com árvores peladas e lotado de adolescentes desesperados para pegar um solzinho. Mas eu já o amo pelo que ele me significa e perdôo esse dia de feiurinha. Enfim, o primeiro churrasco do ano foi perfeito! Digno de uma quarta à tarde de começo de primavera.
E está aberta a temporada do Salsichão na Brasa!!!
quarta-feira, 14 de março de 2012
O Frühling
Ebaaaaaaaa!!!! Hoje começa oficialmente o Frühling. Primavera. Spring. Printemps. Vere. ربيع. Вясна. 春 (não é genial esse desenhinho significar uma palavra inteira??? Esses japoneses são uma loucura).
E pra comemorar por termos sobrevivido a mais um inverno, Deus hoje nos mandou um dia beeem ensolarado.
Abaixo a foto da minha mini-orquídea que depois de 1 ano floriu de novo :)
domingo, 25 de setembro de 2011
Onde fica o Brasil?
Toda dia quando eu vou buscar as crianças na escolinha, deixo minha bicicleta parada do lado da igreja e ando o resto do caminho a pé.
Outro dia, passando por lá para voltar para casa, a Mariette perguntou: - É aqui que é o Brasil?
E eu, sem entender nada: - Não, porquê?
- Ué porque você disse que mora no Brasil e sua bicicleta está sempre ali.
-Não Mariette, ali é casa de Deus. Eu moro num apartamento do outro lado da cidade, que não é nem na igreja e nem no Brasil.
-Mas então em que direção fica o Brasil?
-Eu não sei direito. Mas é beeeeem longe. Você tem que pegar avião pra chegar lá.
A pequena ficou pensativa o resto do caminho. Quando estávamos quase chegando na sua casa, ela apontou um morro no horizonte cheio de casinhas (provavelmente a maior distância concebível para os seus 4 anos) e perguntou:
-E lá? É lá que é o Brasil?
Eu comecei a dar risada. Como explicar que um oceano ou 12 horas de vôo nos separam? Isso é muito grande pra sua cabecinha. Então eu disse:
-Quase. O Brasil fica logo atrás daquele morro.
Voltando no fim da tarde pra casa, avistei novamente o Brasilien da Mariette e dei um longo suspiro: Bem que ela podia ter razão!
sábado, 3 de setembro de 2011
Um BOOM pro inventor dos Fogos!
Você já parou pra pensar sobre os fogos de artifício? Porque para ver eu tenho certeza que sim.
Ontem, da nossa sala, assistimos a queima de fogos da festa da cidade. Nossa sexta-feira preguiçosa de pijamas foi repentinamente invadida por esse momento mágico que chegou pela fresta aberta da janela. Depois escancarada.
Que bonito que é isso! Que metido que é o homem. Ele criou uma explosão de cores brilhantes só para o deleite de seus olhos. Uma explosão de segundos sem nenhuma outra função que o prazer de contemplar. Celebrar. Um BOOM por um Ahhh! Um BOOM por um óóó! Um BOOM por um uuuuhhh!!! Uma explosão generosa porque até quem não pagou pode ver sem ser bicão.
Fico pensando o que pensariam os outros animais sobre isso, caso eles pudessem pensar.
O momento dos fogos de artifício é uma pausa no vídeo e uma corrida pra janela. São luzes apagadas.
Em quantas outras casas outros casais ou famílias também não se juntaram silenciosamente para ver o show de virtuose? Por 5 minutos uma cidade se uniu. Silenciou. Deslumbrou-se.
Fogos de artifícios trazem energias boas! Nunca vi alguém triste soltar um rojão. De certa forma eles explodem alegrias :)
É isso. Um BOOM pro inventor dos Fogos!!!
sábado, 27 de agosto de 2011
Crônicas e borboletas ou vagalumes
Estou adorando ler crônicas.
Meu atual: "As cem melhores crônicas brasileiras" seleção de Joaquim Ferreira dos Santos.
Pessoais e descompromissadas me transportam para as mais diferentes situações de um cotidiano sensível. Cheio das sutilezas e do bom humor.
Gosto tanto que também sinto vontade de escrever.
Na verdade, os posts dos blogs nada mais são do que crônicas com menor qualidade literária.
Então eu já as escrevo?
A questão é que eu queria fazer como eles: compor linhas que fizessem bem pras outras pessoas. Linhas saborosas. Gostosinhas. Deleitáveis. Juro que não precisava ser uma obra-prima da Linguagem. Mas tinham de ser um miniminho boas. E aí quando desce o senso crítico, meu bem, nada sai.
A vontade tá aqui. O tema também tá aqui, eu consigo senti-lo, mas não sei por que não consigo capturá-lo. Como uma borboleta que fica voando dentro de mim e não há meio de tocar com as mãos, ou melhor, com as palavras. O cérebro é muito quadrado pra borboleta. Talvez ela tenha medo de virar palavra e não poder mais voar porque a forma a prendeu. Eu, no entanto, insisto nessa caça. Porque é gostoso ler uma coisa que toque. Se eles não escrevessem, muito ficaria para sempre nas concavidades abstratas de seus autores, no paraíso das borboletas. E não haveria literatura. A arte de combinar palavras. Esse tricô alfabético sintético poético.
Ahhhhhhhhhhhh entendi!!! Quando se consegue capturar a borboleta com a palavra certa, ela não se fere e continua batendo asas. E não só isso... os outros, que a leram, voam também.
E isso tudo é um tremendo de um assunto batido. Será que se eu dissesse joaninhas em vez de borboletas pareceria um pouco mais original? Ou ainda mais criativo... um inseto nada citado... uma ... uma... Maria fedida não dá porque o sobrenome é muito depreciativo... um... um besouro... um vagalume. UM VAGALUME! uuuu Vagalume é bom! Vagalume é luminoso como as idéias! Fica então vagalume no lugar de borboletas!!!
Problema criativo resolvido. huhuhuhuh
O tema? Os grandes temas são sempre os mesmos.
Fuiiii!!!
domingo, 19 de junho de 2011
O que é o que é
Por que o Pinheiro não se perdeu na floresta?
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Porque ele tinha uma-pinha!
hahahahahahaha
ha














